terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comprinhas do dia! 🥰

 

Minhas primeiras comprinhas do ano...tomara que nenhuma venha com defeito ☺️
❤️ Barbie Debbie Allen Signature Tribute Collection
❤️ Barbie Opal Lee Inspiring Women
❤️ Barbie The Movie - Allan as Michael Cera

Comprinhas do dia! 🥰 ❤️ Haunted Dolls Sticker Book ❤️ Barbie Travel in Style 2001 ❤️ Barbie Panic Christie 1997

 

             E elas estao voltando pra mim ❤....mais duas! ❤

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Os gatos reencarnam quando seus tutores mais precisam deles ❤️

 

Há casas que começam a se curar quando um gato chega em silêncio, como quem atende a um chamado que ninguém ouviu. O cansaço mora nos cantos, a esperança parece distante, e então um par de olhos atentos encontra o coração e o desperta. Muitos lembram a frase atribuída a Chico Xavier: “Os gatos reencarnam quando seus tutores mais precisam deles.” Sem tom literal, essa ideia pode ser vista como símbolo de uma verdade maior: a vida se organiza em encontros educativos, onde todos aprendem e seguem adiante.
A luz da doutrina espírita, como apresentada por Allan Kardec, os animais percorrem uma trilha de desenvolvimento do princípio inteligente. Ainda não respondem moralmente como os humanos, mas sentem, registram experiências, constroem hábitos e desenvolvem vínculos. O afeto que demonstram não é imaginação nossa...é exercício real de sensibilidade, preparação para estágios futuros da consciência. Assim, não é estranho pensar que, sob orientação espiritual, esses seres encontrem lares e pessoas com quem compartilham afinidades úteis ao aprendizado mútuo.
Visto do plano espiritual, o lar é espaço de trabalho e crescimento. Nada acontece ao acaso quando o objetivo é educar o sentimento. Há dores que as palavras não alcançam. Nessas horas, chega o gato...discreto, atento, inteiro no presente. Ele não cobra explicações, apenas convida ao agora: ao calor do sol no chão, ao silêncio que acalma, à pausa que cura. Seu ronronar, suave e constante, funciona como harmonia viva, reorganizando emoções e serenando pensamentos.

Os ensinamentos espirituais lembram que o pensamento tem força criadora. Um animal envolvido por amor absorve essa energia e a devolve em equilíbrio, como pequena chama que aquece quem estava se sentindo apagado. Afinidades verdadeiras não são acaso, são sintonia. Quando alguém cuida, alimenta, protege e acolhe, exercita a renúncia ao egoísmo em gestos simples e diários. Trocar a água, limpar a caixa, oferecer abrigo e atenção... tudo isso se transforma em prece ❤

A LIÇÃO DA CADEIRA CERTA

 

Em algum ponto amadurecemos e mudamos a pergunta. Deixamos de procurar defeitos em nós e começamos a observar o cenário: Por que continuo tentando sentar onde nunca houve um lugar para mim? A resposta educa o coração.
Cada um de nós carrega uma mesa simbólica na vida. Nela se partilham conversas, afeto, projetos e silêncios. Em algumas mesas, alguém puxa uma cadeira assim que você chega. Há olhos que acolhem, espaço que se abre, presença que é natural. Nesses lugares você não precisa explicar quem é, nem encolher para caber. A dignidade é o talher.
Existem outras mesas. Umas deixam você de pé, outras atrasam a cadeira como se o tempo fosse um teste. Ali, o convite é condicional: primeiro prove que merece. Aos poucos, a dúvida entra, a autoestima se desgasta, a alma desaprende a confiar. A lição é dura, porém libertadora: quando o lugar precisa ser implorado, o problema não é quem se senta, é a mesa que não sabe acolher.
Perseverar onde não há espaço não é virtude, é exaustão. É confundir insistência com amor próprio. Honrar a própria vida é reconhecer que pertencimento não se negocia. Você não é favor, é pessoa. Não se demore em ambientes que tratam sua presença como incômodo. Onde o respeito exige desconto, a paz pede saída.
A sabedoria está em escolher mesas que sustentem quem você é. Mesas onde a conversa amplia, o silêncio não assusta e o pão circula sem contagem. A cadeira certa existe, e costuma ficar ao lado de pessoas que celebram a sua autenticidade, não a sua performance.

A lição final cabe no gesto simples de levantar-se. Levantar não é desistir, é graduar-se em amor próprio. Quando você se afasta do lugar que fere, abre caminho para o encontro que cura. Procure a mesa onde sua presença conta. Sente-se. Respire. Partilhe. O mundo muda um pouco toda vez que alguém aprende a escolher onde pousar o coração.